quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mulheres

Tenho andado por aí a vaguear de blogue em blogue e tenho visto 550 mil dissertações sobre nós. Umas geniais, umas irritantes, outras lugares absolutamente comuns que já-dão-é-vontade-de-vomitar, algumas de uma enorme pertinência, outras que faz lembrar o “eterno feminino” (segurem-me a testa please).


Conclusão: quando é para ironizar, os homens são perfeitos para falar de mulheres. Vêem-nos como ninguém. Já as mulheres, não têm jeito nenhum para falar delas mesmas. Geralmente vão sempre parar à estupidez absoluta de que são umas vítimas e de que são as únicas a ter uma vida assim e que não há dor no mundo igual à sua quando perdem o amor da sua vida.

Eu, a Força, e às vezes a Forca, Suprema acho que todos os conceitos à volta de uma mulher giram em torno de um facto: As mulheres têm um percurso muito solitário. Ok, quando tudo corre bem, elas sugam todos os conceitos de partilha, união, decisão conjunta, mas quando as coisas estão entre o normal e o mal…elas estão sozinhas.

Pensam sozinhas em tudo: na solução para o problema, nas 1001 hipóteses que podem acontecer e sonham com as palavras ou actos de alguém. Ah, nos “entretantos” fazem uma faxinazinha, ligam o ferro, gramam com o Canal Panda e dão banhos.

Quando chega a hora da verdade a mulher mais bonita, mais confiante, mais perfeita, mais bem sucedida, está ali, parada, a olhar com toda a frontalidade para o marido, namorado, patrão ou empregado, com as mãozinhas atrás das costas a fazer figas para que a melhor solução que encontrou saia por aquela boca. Um bocadinho à mercê, convenhamos. Um bocadinho solitária. Há excepções. Pois há. Mas lá está: excepções.

Por isso é somos importantes para o progresso das empresas, das casas, das famílias, da sociedade. Pensamos, procuramos soluções, metemos mãos à obra, fazemos das tripas coração mas estamos lá. Por isso é que também conseguimos ser umas grandes cabras.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vamos lá ver:

Quando se compra uma coisa que fala, é divertida, sensata, integra, que toca música, que é fértil, que tem capacidade de gostar, sensível, paternal e que até generosa é, mas que de repente só diz “não sei”, “talvez”, “isso gostava eu de saber”, “possivelmente”, “er…”, como é? Onde peço o livro de reclamações? Na casa dos pais? Na escola?? Ou numa “casa de fados perto de si”???


(e sim: já troquei as pilhas)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

E porque hoje é sexta feira

venho dizer apenas que adorei esta foto.

                                                                                                               

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vim aqui destilar um bocadinho de veneno


O que eu gostava de ir hoje para outra agência de comunicação trabalhar. Uma mesmo, mesmo, mesmo concorrente, daquelas que os meus patrões ficariam profundamente magoados. Cada um à sua maneira, mas profundamente magoados.

"Foi o tempo que perdi com a minha rosa que a fez tão importante"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O que eu gostava...


...de ser surpreendida com um acto de ternura. É que nem peço amor, era só algo com o mínimo de ternura.

Hoje precisava mesmo de um bocado de mimo. Daqueles que eu costumo dar.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ca' Vargonha

Estive a ler alguns posts deste "Força Suprema". De facto há dias em que se pensam coisas francamente estúpidas. Não bastando, ainda se escrevem.

Para além disso, era escusado vir para aqui "despir-me"....para isso tenho o Facebook.