quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Não sei quem é que estava mais deliciado,


se o homem-que-estava-a-almoçar-sozinho-ao-som-da-nossa-a-conversa ou se nós com o facto do homem-que-estava-a-almoçar-sozinho-ao-som-da-nossa-a-conversa estar profundamente interessado na melhor forma de cometer o suicídio, no que fazer ao nosso corpo quando morrermos, no case study que poderia ser o meu fígado no que respeita a ciência e no quem gostaríamos de ser quando fossemos grandes:

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Adoro

rir-me. A sério, é maravilhoso. Atira-me para outra órbita.
Depois também há o riso aparvalhado. Aquelas gargalhadas que ninguém largaria numa ocasião normal, polvilhadas por empatia e "babação" mútua. Simplesmente apaixonante. Nem quero pensar o que seria beber umas Whisquisadas com a criatura. Acho que ia ao céu só por estar ali com ele. A chatice é que o tipo é meticuloso, é Balança. Lixadinho gostar de um Balança. Ora a Maya diz que não há muita compatibilidade com Balança, raios. Diz que o par perfeito para mim é Peixes e há boas perspectivas com Touro. Já conheci dois Peixes. Gostei muito e funcionaram muito bem em modo passageiro. São uns passados. Já dos Touros quero distância quer dos cornos, quer do fumo a sair pelas ventas.

Eu odeio a Maya.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Uns valentes gin’s


e uma excursão ao rés-do-chão do Lux a partir das 4 da manhã fariam maravilhas a algumas pessoas.  
Convém é que tenham memória selectiva, mas essa toda a gente arranja.

i'll be back ?

Edward Furlong - O miúdo do Terminator 2
Incrível como uns kilos em cima, falta de banho, falta de sol e uns anos a mais dão cabo de um homem que outrora pareceu uma mulher.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O maior sacrifício de ser mãe

As festas da escola das criaturas. A pior de todas. A de Natal.
Agora vou chegar lá, a mãe-que-apenas-põe-as-crianças-na-escola-e-não-tem-mais-relação-nenhuma, sem máquina fotográfica, geralmente atrasada e levar com o filme "ai o meu não faz nada disso" ou "a auxiliar lavou mal o rabinho da minha rebecca e já não é o primeiro caso", num confronto "a minha é maior que a tua", mas em feminino.

Provavelmente o melhor email recebido esta semana

"Sometimes I think the surest sign that intelligent life exists elsewhere in the universe is that none of it has tried to contact us." (Bill Watterson)

obrigado ao P.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Joana Amaral Dias

é uma mocinha muito bonita que se posiciona como ex-deputada do Bloco de Esquerda porque no fundo, no fundo, não se sabe muito bem o que ela é. Com um discurso muito fluente, gosta muito da inicial do seu nome próprio introduzindo-a de forma extremamente inovadora noutras palavras, como sendo "os J'olhos",  "os J'homens", "os J'otários" e "os J'homossexuais".

Aren't things more easy, with a tight six pack?

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Espólios do dia




Na minha linha entre o acreditar e o acontecer há uma anarquia desilusão.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Até podia


vir aqui falar do meu fim-de-semana sem filhos, da minha pouca resistência a charros e do que eu me entupi de sushi e vinho tinto. Também podia vir aqui falar da maravilha da televisão que é o Mad Men ou do adjectivo que não consigo encontrar para as expressões de Ruth Fisher do Six Feet Under. Também podia vir aqui falar de quem gosto, com quem dormi e com quem gostava de dormir. Mas não.
Vim aqui apenas para mandar à merda todos os WikiLeakers.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Tenho pena #2

que, juntamente com os Da Weasel e os Amália Hoje, não tenham ido com os chiens  o David Fonseca, a Rita Redshoes, o João Pedro Pais e a Mafalda Veiga.

É que a som das suas músicas geme o restolho e eu também.

Isto um dia

é mais divertido ler os comentários do que os posts nos blogues.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tenho pena


que, com tanta merda que a internet tem, não exista um site, um blogue, uma notícia, um fórum, um link, uma imagem animadora ou didáctica que nos ajude a superar sabiamente uma separação (*).

Entre a onda do “não preciso de homens para nada” à “Festa do Divórcio” (…que raio??), o mais pertinente que encontrei consta na página do Portal do Cidadão e na da DECO Proteste.

Bonito serviço.

(*) sabiamente uma separação significa um bocadinho de dor, um bocadinho de alívio, eliminar todo o tipo de pensamentos em relação ao outro, esquecer as coisas más, blá, blá, blá. Isto sem sombra do mais pequeno laivo de requinte de malvadez femininó-bitch.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Não sei se é de mim ou das pessoas que conheço

mas dá-me ideia que toda a gente tem sempre uma solução perfeita para a minha vida. Agradeço os conselhos mas por favor não mos venham dar como se fossem verdades absolutas.
É que é absolutamente irritante.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Estava-se mesmo a ver que

casar no dia em que o Sá Carneiro morreu - assassinado ou coisa que o valha - ia dar asneira.

Ai quem me dera ir

(...)
Ai, quem me dera ir
Dentro do sol morar
Nunca ter de dormir
E só brincar

E milhões de aventuras viver
Com as estrelas no céu a correr
E à terra apenas voltar
Se eu quiser…
Quando a Lua acordar, tu vais adormecer….

Isto é o meu estado de espírito por causa do trabalho que vou ter na segunda-feira
Isto é um excerto da letra do "Vitinho" de 1992 cantado por Paulo de Carvalho.
Isto até pode ser ridículo de postar, mas lamento: é sexta-feira e só agora é que acabei de trabalhar.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Também gramei.

"Ninguém se apaixona por escolha, mas por acaso. Ninguém permanece apaixonado por acaso, é um esforço diário. E ninguém se desapaixona por acaso, é um escolha."

(Só ninguém diz quem é o autor, mas enfim)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Hoje fui surpreendida

com um texto na minha caixa de email vindo da última pessoa que eu esperava. Gramei.
Gramei o texto e a surpresa. Coisas boas dos maus momentos.


A felicidade exige valentia
 
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para
ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

                                          Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A parte má de ter muitas irmãs e amigos

a coisa má que aconteceu tem que estar na nossa boca em modo loop.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A separação em versão light

Bucólica a foto?
Agora imaginemos um comboio passar-lhe por cima.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Raios partam

estes comentadores.
"Não tenho dúvidas que vamos isto", "Importa referir que vamos aquilo", "naqueloutro será caótico", todos com a mania que são uns visionários, que a big picture está na sala deles e que ser velho do restelo é sinal de pertinência.

Depois vem um tipo com algo de positivo a dizer e que pensando bem até faz sentido, temos o xôr Crespo e um economista insuportável a dizer que como não está em funções não deveria dizer isso e que se disse foi por simpatia, por ser convidado.

Palhaços. Quer dizer, exceptuando um.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amonas

Ser espectador do sofrimento alheio está relativamente perto da sensação de assistir a um rol de amonas: dá-nos uma certa aflição enquanto duram, mas percebemos que tarde ou cedo vão acabar e que a vitima das amonas ainda se vai rir.

Que pena não sabermos ser espectadores do nosso próprio sofrimento. Dava jeito.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um Men podre de Mad

Mad Men by Annie Leibovitz
A parte má de ver séries como o Mad Men é ver que uma sacanice aqui e uns cornozitos acolá, não são um quadro tão feio quando pintado em bom.