segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Até podia


vir aqui falar do meu fim-de-semana sem filhos, da minha pouca resistência a charros e do que eu me entupi de sushi e vinho tinto. Também podia vir aqui falar da maravilha da televisão que é o Mad Men ou do adjectivo que não consigo encontrar para as expressões de Ruth Fisher do Six Feet Under. Também podia vir aqui falar de quem gosto, com quem dormi e com quem gostava de dormir. Mas não.
Vim aqui apenas para mandar à merda todos os WikiLeakers.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Tenho pena #2

que, juntamente com os Da Weasel e os Amália Hoje, não tenham ido com os chiens  o David Fonseca, a Rita Redshoes, o João Pedro Pais e a Mafalda Veiga.

É que a som das suas músicas geme o restolho e eu também.

Isto um dia

é mais divertido ler os comentários do que os posts nos blogues.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tenho pena


que, com tanta merda que a internet tem, não exista um site, um blogue, uma notícia, um fórum, um link, uma imagem animadora ou didáctica que nos ajude a superar sabiamente uma separação (*).

Entre a onda do “não preciso de homens para nada” à “Festa do Divórcio” (…que raio??), o mais pertinente que encontrei consta na página do Portal do Cidadão e na da DECO Proteste.

Bonito serviço.

(*) sabiamente uma separação significa um bocadinho de dor, um bocadinho de alívio, eliminar todo o tipo de pensamentos em relação ao outro, esquecer as coisas más, blá, blá, blá. Isto sem sombra do mais pequeno laivo de requinte de malvadez femininó-bitch.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Não sei se é de mim ou das pessoas que conheço

mas dá-me ideia que toda a gente tem sempre uma solução perfeita para a minha vida. Agradeço os conselhos mas por favor não mos venham dar como se fossem verdades absolutas.
É que é absolutamente irritante.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Estava-se mesmo a ver que

casar no dia em que o Sá Carneiro morreu - assassinado ou coisa que o valha - ia dar asneira.

Ai quem me dera ir

(...)
Ai, quem me dera ir
Dentro do sol morar
Nunca ter de dormir
E só brincar

E milhões de aventuras viver
Com as estrelas no céu a correr
E à terra apenas voltar
Se eu quiser…
Quando a Lua acordar, tu vais adormecer….

Isto é o meu estado de espírito por causa do trabalho que vou ter na segunda-feira
Isto é um excerto da letra do "Vitinho" de 1992 cantado por Paulo de Carvalho.
Isto até pode ser ridículo de postar, mas lamento: é sexta-feira e só agora é que acabei de trabalhar.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Também gramei.

"Ninguém se apaixona por escolha, mas por acaso. Ninguém permanece apaixonado por acaso, é um esforço diário. E ninguém se desapaixona por acaso, é um escolha."

(Só ninguém diz quem é o autor, mas enfim)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Hoje fui surpreendida

com um texto na minha caixa de email vindo da última pessoa que eu esperava. Gramei.
Gramei o texto e a surpresa. Coisas boas dos maus momentos.


A felicidade exige valentia
 
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para
ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

                                          Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A parte má de ter muitas irmãs e amigos

a coisa má que aconteceu tem que estar na nossa boca em modo loop.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A separação em versão light

Bucólica a foto?
Agora imaginemos um comboio passar-lhe por cima.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Raios partam

estes comentadores.
"Não tenho dúvidas que vamos isto", "Importa referir que vamos aquilo", "naqueloutro será caótico", todos com a mania que são uns visionários, que a big picture está na sala deles e que ser velho do restelo é sinal de pertinência.

Depois vem um tipo com algo de positivo a dizer e que pensando bem até faz sentido, temos o xôr Crespo e um economista insuportável a dizer que como não está em funções não deveria dizer isso e que se disse foi por simpatia, por ser convidado.

Palhaços. Quer dizer, exceptuando um.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amonas

Ser espectador do sofrimento alheio está relativamente perto da sensação de assistir a um rol de amonas: dá-nos uma certa aflição enquanto duram, mas percebemos que tarde ou cedo vão acabar e que a vitima das amonas ainda se vai rir.

Que pena não sabermos ser espectadores do nosso próprio sofrimento. Dava jeito.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um Men podre de Mad

Mad Men by Annie Leibovitz
A parte má de ver séries como o Mad Men é ver que uma sacanice aqui e uns cornozitos acolá, não são um quadro tão feio quando pintado em bom.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mulheres

Tenho andado por aí a vaguear de blogue em blogue e tenho visto 550 mil dissertações sobre nós. Umas geniais, umas irritantes, outras lugares absolutamente comuns que já-dão-é-vontade-de-vomitar, algumas de uma enorme pertinência, outras que faz lembrar o “eterno feminino” (segurem-me a testa please).


Conclusão: quando é para ironizar, os homens são perfeitos para falar de mulheres. Vêem-nos como ninguém. Já as mulheres, não têm jeito nenhum para falar delas mesmas. Geralmente vão sempre parar à estupidez absoluta de que são umas vítimas e de que são as únicas a ter uma vida assim e que não há dor no mundo igual à sua quando perdem o amor da sua vida.

Eu, a Força, e às vezes a Forca, Suprema acho que todos os conceitos à volta de uma mulher giram em torno de um facto: As mulheres têm um percurso muito solitário. Ok, quando tudo corre bem, elas sugam todos os conceitos de partilha, união, decisão conjunta, mas quando as coisas estão entre o normal e o mal…elas estão sozinhas.

Pensam sozinhas em tudo: na solução para o problema, nas 1001 hipóteses que podem acontecer e sonham com as palavras ou actos de alguém. Ah, nos “entretantos” fazem uma faxinazinha, ligam o ferro, gramam com o Canal Panda e dão banhos.

Quando chega a hora da verdade a mulher mais bonita, mais confiante, mais perfeita, mais bem sucedida, está ali, parada, a olhar com toda a frontalidade para o marido, namorado, patrão ou empregado, com as mãozinhas atrás das costas a fazer figas para que a melhor solução que encontrou saia por aquela boca. Um bocadinho à mercê, convenhamos. Um bocadinho solitária. Há excepções. Pois há. Mas lá está: excepções.

Por isso é somos importantes para o progresso das empresas, das casas, das famílias, da sociedade. Pensamos, procuramos soluções, metemos mãos à obra, fazemos das tripas coração mas estamos lá. Por isso é que também conseguimos ser umas grandes cabras.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vamos lá ver:

Quando se compra uma coisa que fala, é divertida, sensata, integra, que toca música, que é fértil, que tem capacidade de gostar, sensível, paternal e que até generosa é, mas que de repente só diz “não sei”, “talvez”, “isso gostava eu de saber”, “possivelmente”, “er…”, como é? Onde peço o livro de reclamações? Na casa dos pais? Na escola?? Ou numa “casa de fados perto de si”???


(e sim: já troquei as pilhas)

domingo, 24 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

E porque hoje é sexta feira

venho dizer apenas que adorei esta foto.

                                                                                                               

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vim aqui destilar um bocadinho de veneno


O que eu gostava de ir hoje para outra agência de comunicação trabalhar. Uma mesmo, mesmo, mesmo concorrente, daquelas que os meus patrões ficariam profundamente magoados. Cada um à sua maneira, mas profundamente magoados.

"Foi o tempo que perdi com a minha rosa que a fez tão importante"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O que eu gostava...


...de ser surpreendida com um acto de ternura. É que nem peço amor, era só algo com o mínimo de ternura.

Hoje precisava mesmo de um bocado de mimo. Daqueles que eu costumo dar.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ca' Vargonha

Estive a ler alguns posts deste "Força Suprema". De facto há dias em que se pensam coisas francamente estúpidas. Não bastando, ainda se escrevem.

Para além disso, era escusado vir para aqui "despir-me"....para isso tenho o Facebook.