Não sei se é bem assim, e nem me apetece ver no Google, mas parece-me que há por aí um provérbio que diz “quem procura encontra”.
Quem procura saber e sentir o que é viver em verdade, por mais lento que seja o processo, vai vislumbrando a realidade… por vezes uma realidade dura, tão cheia de justeza quanto desfeita.
O problema aqui é o dilema que fica quando encontramos o que tanto procurávamos…ah, a “hora da verdade” buhh que medo. Tem tudo muito medinho e miaúfa tef-tef na tomada de uma posição ou decisão. Sim…não vamos cair na inocência de pensar que tudo pode ficar como dantes. Pois não pode. Não faz sentido. Se é assim, mais vale não indagar muito. Mais vale estar-se quietinho no sofá a ver a SIC Notícias. Sempre vamos “aguçando” o sabor da realidade e neste caso sim: pouco se pode fazer.
Mas uma coisa fica registada: “Quem vive receoso nunca será livre”, e “mais vale uma tempestuosa liberdade, que uma tranquila escravidão”. Entretanto “a liberdade não consiste em fazer o que se quer, mas o que se deve”, mas hoje, por acaso, não me apetecia ir muito por aí. Fica para outro dia. Hoje estou uma destemida. Venham eles.
Nota: “quem tem medo compra um cão” também é uma ideia. Mas hoje, e muito por causa de um certo e determinado sonho que tive, também não queria ir por aí.
terça-feira, 22 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Coisas que no me gusta nem m'encanta
- Reticências nos emails
- Homens que dizem muito (mas muito mesmo) mais vezes "eu" do que "tu"
- Mães que dizem "não é por ser meu filho, mas..."
- Homens calões
- Mulheres burras com apontamento a insegurança
- Mães que querem ser tão diferentes, tão pertinentes, tão especiais, que até preferem pôr os filhos a estudar em casa, privando-os de coisas tão fantásticas e especiais, como por exemplo, o toque para o recreio e o conceito de "segundo toque"
- Pessoas constantemente insatisfeitas
- Pessoas que, enquanto falo, estejam sempre a olhar para tudo menos para mim
Isto é só para começar
Ah...esqueci-me
- Sentir que estou com um incrível mau feitio e não conseguir dominá-lo
domingo, 6 de junho de 2010
Sinais do tempo
Impressionante como uma piscina trazia-me, quando criança, tanta felicidade. Era o salto mortal, eram os segundos que aguentávamos debaixo de água, as corridas de natação, o nadar ‘à cão’, o repuxo de água a sair da boca, os penteados apalermados, o pino, a cambalhota, a bomba, eram as bóias que não nos mantinham em cima delas…enfim.
Agora, como adulta, incomoda-me especialmente a disponibilidade que as pessoas têm, quando à volta de uma piscina, para ver todas as imperfeições do meu fato de banho, depilação, pneu, casca de laranja e afins. É que vendo bem não há uma onda mais afoita, alguém que passe para dizer um olá, uma areia que se tenha que sacudir e outras coisas que distraiam o olhar mais clínico. Na qualidade de mãe, uma casa com piscina passou a ser um local tão tormentoso como aquele beco escuro a que qualquer momento pode aparecer um estripador qualquer. O coração está sempre na boca.
Agora, como adulta, incomoda-me especialmente a disponibilidade que as pessoas têm, quando à volta de uma piscina, para ver todas as imperfeições do meu fato de banho, depilação, pneu, casca de laranja e afins. É que vendo bem não há uma onda mais afoita, alguém que passe para dizer um olá, uma areia que se tenha que sacudir e outras coisas que distraiam o olhar mais clínico. Na qualidade de mãe, uma casa com piscina passou a ser um local tão tormentoso como aquele beco escuro a que qualquer momento pode aparecer um estripador qualquer. O coração está sempre na boca.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Imperdoável
Tenho um Pai Ruivo, uma Madrasta Bipolar, 5 Irmãs - todas mulheres e a mais nova tem uma deficiência complicada.
O pai ruivo não teve juízo nenhum na vida pois, para além de ter a saúde toda emperrada, casou com uma pessoa bipolar. O Pai Ruivo está a envelhecer e, mais não se esperasse, precisa agora de ajuda e apoio. A Madrasta Bipolar, mal ou bem, está lá sempre e as 5 filhas vão lá de vez em quando visitar o Pai Ruivo e opinar sobre o tratamento da Madrasta Bipolar. A Madrasta Bipolar fica melindrada, discute com o Pai Ruivo por causa das 5 filhas e lá ele tem outro AVC ou coisa que o valha. E passamos a vida nisto.
Pela primeira vez na minha vida estou contra as 5 irmãs e a favor da Madrasta Bipolar. A Madrasta Bipolar é quem trata do Pai Ruivo e devemos-lhe um mínimo de gratidão e consideração.
As 5 Irmãs obrigaram-me a escrever “Eu sou a favor da Madrasta Bipolar”. Estupores.
O pai ruivo não teve juízo nenhum na vida pois, para além de ter a saúde toda emperrada, casou com uma pessoa bipolar. O Pai Ruivo está a envelhecer e, mais não se esperasse, precisa agora de ajuda e apoio. A Madrasta Bipolar, mal ou bem, está lá sempre e as 5 filhas vão lá de vez em quando visitar o Pai Ruivo e opinar sobre o tratamento da Madrasta Bipolar. A Madrasta Bipolar fica melindrada, discute com o Pai Ruivo por causa das 5 filhas e lá ele tem outro AVC ou coisa que o valha. E passamos a vida nisto.
Pela primeira vez na minha vida estou contra as 5 irmãs e a favor da Madrasta Bipolar. A Madrasta Bipolar é quem trata do Pai Ruivo e devemos-lhe um mínimo de gratidão e consideração.
As 5 Irmãs obrigaram-me a escrever “Eu sou a favor da Madrasta Bipolar”. Estupores.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Polar ou Bipolar, eis a questão
Quem diria que o “meu” ursinho tão inteligente, tão esperto, tão querido, tão amigo, tão joga charme, tão divertido, tão malandro, tão estratega, tão maravilhoso, é tão francamente Bipolar.
Esta porcaria de síndrome, doença ou coisa que o valha persegue-me.
Malta com problemas nos níveis de lítio: LONGE DE MIM, FOR GOD SAKE!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Geração whatever@work
A propósito do texto abaixo, sobre aquelas que pessoas que nunca se envolvem, sempre com o pezinho de fora: tenho um colega de trabalho que se enquadra precisamente neste perfil. Embora goste muito dele, o tipo consegue tirar-me do sério.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Geração 30@2010
É incrível constatar os erros crassos que a minha geração cometeu. Sim, quem nasceu na década de 70 é o mais alto (in)responsável por introduzir no panorama amoroso a “curte”, ou mais propriamente, o “amigo colorido”. E não, não foi em pleno Flower Power que se vivia esta realidade, aí tínhamos “one-night stand”, a génese de todo este incidente relacional. Não é preciso ser socióloga para chegar aqui.
O resultado é: menos pedidos de namoro, menos balões foleiros em forma de coração nos carros, menos sucesso nos casamentos, menos fidelidade, menos auto-estima. Já ninguém é conquista de ninguém e fica tudo entre o inseguro e o desesperando, vivendo o amor de uma forma que vai da desinteressada à sôfrega. Ridículo dos ridículos é quando vemos relações “coloridas” com cerca de dois anos…porque raio é tão difícil assumir que é um namoro? Ah, espera: é para poder dizer “somos amigos, nunca te prometi nada”. E assim se fica de bem com a consciência.
No fundo, @ amig@ colorid@ não precisa de pedir em namoro a ninguém pois tem o melhor de dois mundos. Tem relações experimentais e, por mais que até goste, está sempre com o pezinho de fora ou com o rabo alçado para levar um pontapé a qualquer momento.
Agora não há nada a fazer e está demasiadamente enraizado. Pois pudera, é mais fácil. Para mim, essas amizades coloridas têm pouco futuro, uma paleta cromática cinzenta e para andar por aí iludida com cores, prefiro fumar coisas, snifar cola ou comer cogumelos mágicos.
Venham essas gerações futuras com a coragem de assumir que o amor falha, que se podem enganar, que el@ pode não ser @ tal e que não é por causa disso que se perdeu tempo ou oportunidades. Namorem, for God sake.
O resultado é: menos pedidos de namoro, menos balões foleiros em forma de coração nos carros, menos sucesso nos casamentos, menos fidelidade, menos auto-estima. Já ninguém é conquista de ninguém e fica tudo entre o inseguro e o desesperando, vivendo o amor de uma forma que vai da desinteressada à sôfrega. Ridículo dos ridículos é quando vemos relações “coloridas” com cerca de dois anos…porque raio é tão difícil assumir que é um namoro? Ah, espera: é para poder dizer “somos amigos, nunca te prometi nada”. E assim se fica de bem com a consciência.
No fundo, @ amig@ colorid@ não precisa de pedir em namoro a ninguém pois tem o melhor de dois mundos. Tem relações experimentais e, por mais que até goste, está sempre com o pezinho de fora ou com o rabo alçado para levar um pontapé a qualquer momento.
Agora não há nada a fazer e está demasiadamente enraizado. Pois pudera, é mais fácil. Para mim, essas amizades coloridas têm pouco futuro, uma paleta cromática cinzenta e para andar por aí iludida com cores, prefiro fumar coisas, snifar cola ou comer cogumelos mágicos.
Venham essas gerações futuras com a coragem de assumir que o amor falha, que se podem enganar, que el@ pode não ser @ tal e que não é por causa disso que se perdeu tempo ou oportunidades. Namorem, for God sake.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Acreditar e Agradecer
Um dia uma sábia mulher disse-me “Tens que acreditar. Acreditar que mereces; Acreditar que é possível; Acreditar que sim. Olha-te ao espelho e diz: eu consigo, eu quero (…)”. Óbvio que isto já me havia sido dito por pessoas que efectivamente gostam de mim, mas facto é que aquelas palavras – quer no conteúdo, quer na forma - tiveram um impacto brutal na minha vida. Não mudaram propriamente a minha personalidade, continuo com dúvidas e inseguranças, mas hoje, quando racionalizo um pouco ou procuro equilibrar-me, tudo me parece um pouco mais simples ou, no limite, contornável.
Não é constante e requer muita disciplina, mas quando aplicado é óptimo, é fantástico e tem efeitos práticos e quase imediatos.
Essa mulher ajudou-me a discernir, a ver algumas coisas com mais clareza e a importância da fidelidade aos nossos sentimentos e coluna vertebral. Não haveria ela de se chamar Clara.
Obrigada Clara! (ah…ela também ensinou-me a agradecer tudo o que tenho. Até as coisas más. Até o tamanho do meu rabo :))
Não é constante e requer muita disciplina, mas quando aplicado é óptimo, é fantástico e tem efeitos práticos e quase imediatos.
Essa mulher ajudou-me a discernir, a ver algumas coisas com mais clareza e a importância da fidelidade aos nossos sentimentos e coluna vertebral. Não haveria ela de se chamar Clara.
Obrigada Clara! (ah…ela também ensinou-me a agradecer tudo o que tenho. Até as coisas más. Até o tamanho do meu rabo :))
terça-feira, 11 de maio de 2010
I rest my case
Está bem Maya, está bem…está mesmo na hora de tentar definir seja aquilo que for. Mesmo que tenha altos e baixos, avanços e recuos, vou traçar um objectivo, está bem?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Boas notícias
Hoje descobri que não é mau de todo gostar de Michael Bublé. Aliás, que até fica bem, que é quase trendy. E eu que andava a esconder esta minha preferência, como se de uma Celine Dion se tratasse. Tadinho....
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Sem dúvida. Mas é que absolutamente nenhuma
Questionar quem deve ser o patrão, é como discutir quem deve ser o saxofonista num quarteto: evidentemente, quem o sabe tocarAutor: Henry Ford
sexta-feira, 16 de abril de 2010
É duro...
... ver uma pessoa espectacular, que adoramos, num filme tão mau que faz lembrar uma fusão entre Adams Family e Beetlejuice (*)
(*) juice, tão azedo quanto o limão.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Efemérides
Então é assim, passando o brasileiro:
O dia internacional do beijo foi criado em 1982 pelo garanhão de uma vila italiana, Enrique Porchelo, no qual ele beijava todas as mulheres, até mesmo as casadas. Nesta data específica de 13 de abril de 1982 aconteceu um fato inusitado, um padre francês que morava na mesma vila que o italiano propôs pagar um prémio em moedas de ouro para as únicas mulheres que ainda não haviam sido beijadas na vila, já que não foi encontrada nenhuma sequer o valor do prémio foi guardado e todos os anos nesta mesma data eram procuradas mulheres que não haviam sido beijadas para receber o prémio. Alguns contam que naquela vila jamais alguma mulher ganhou o prémio, já que o italiano Enrique Porchelo beijava todas, e com o passar do tempo o padre morreu e o prémio dizem estar escondido em algum lugar da vila Italiana. Desde então, a partir de Itália, as pessoas comemoram este dia como o dia do beijo, 13 de abril, foi criado em 1982. [1]Portanto, eu quero o meu beijo. Acho que hoje bem merecia.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Marió néte
Pois é, ando assim. Um género de marioneta do tempo, do espaço, do mood e do look (em todos os sentidos da palavra look). Bipolarzeco e cansativo como um raio, não?
Ah…mas sou uma marioneta muito mais “kitada” do que esta. Ela é brincos, ela é colares, ela é ton sur tom….ela só não é sabrinas porque fica com pé de sopeira.
Em suma: quero a minha cruzeta de volta para me marioternar como se não houvesse amanhã e não voltar a escrever posts que misturam problemas da vida com futilidades, está bem?
Ah…mas sou uma marioneta muito mais “kitada” do que esta. Ela é brincos, ela é colares, ela é ton sur tom….ela só não é sabrinas porque fica com pé de sopeira.
Em suma: quero a minha cruzeta de volta para me marioternar como se não houvesse amanhã e não voltar a escrever posts que misturam problemas da vida com futilidades, está bem?
terça-feira, 30 de março de 2010
Simple Things
Hoje acordei revoltada, dei a volta à questão e pensei: Não me vão apanhar nesta. ISTO NÃO VAI FICAR ASSIM, NEM PENSAR!
E não ficou! Simples e genial, não é?
E não ficou! Simples e genial, não é?
segunda-feira, 29 de março de 2010
O Padrão
Padrão #1
No último mês, bastantes pessoas e nas mais variadas condições, têm-me dito que devo “não pensar no assunto”, “tentar esquecer”, “quando vier à cabeça, desviar o pensamento”…enfim: Falam-me de metodologias que nunca apliquei, ferramentas que não faço puto onde se compram, como se usam e qual o seu fim. O que é facto é que foi dos conselhos que mais ouvi nos últimos tempos e isso quer dizer que estou a insistir nalguma coisa que não devo, certo?
Padrão#2
Não serve de consolo a ninguém, não serve de desculpa para ‘asneirar’, nem tão pouco é um tema que as pessoas saibam dissertar, mas verdade seja dita: anda tudo meio desacreditado com a palavra Casamento. Quer seja pela rotina, pela traição, pela (falta de) convivência ou perda de noção dos direitos e deveres, há aqui alguma coisa que não está nada bem. Agora pergunto: sempre foi assim ou é um sinal dos tempos?
Padrão #3
O tempo: toda a gente fala do tempo. O que é que se passa? Já não temos conversa? Eu de facto também adoro o sol, mas havia necessidade de tanta queixa? Não é por nada, mas queria só lembrar que tivemos Verão até meados de Outubro!
No último mês, bastantes pessoas e nas mais variadas condições, têm-me dito que devo “não pensar no assunto”, “tentar esquecer”, “quando vier à cabeça, desviar o pensamento”…enfim: Falam-me de metodologias que nunca apliquei, ferramentas que não faço puto onde se compram, como se usam e qual o seu fim. O que é facto é que foi dos conselhos que mais ouvi nos últimos tempos e isso quer dizer que estou a insistir nalguma coisa que não devo, certo?
Padrão#2
Não serve de consolo a ninguém, não serve de desculpa para ‘asneirar’, nem tão pouco é um tema que as pessoas saibam dissertar, mas verdade seja dita: anda tudo meio desacreditado com a palavra Casamento. Quer seja pela rotina, pela traição, pela (falta de) convivência ou perda de noção dos direitos e deveres, há aqui alguma coisa que não está nada bem. Agora pergunto: sempre foi assim ou é um sinal dos tempos?
Padrão #3
O tempo: toda a gente fala do tempo. O que é que se passa? Já não temos conversa? Eu de facto também adoro o sol, mas havia necessidade de tanta queixa? Não é por nada, mas queria só lembrar que tivemos Verão até meados de Outubro!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Nem nos meus mais loucos sonhos
"Tem de ser culta; gira; esperta; engraçada; boa pessoa; interessada; tem de saber estar, conversar, rir, dançar, cantar, tocar piano e falar francês, árabe e mandarim, tem de saber de arte, de gastronomia, de música, de decoração, de literatura, de jardinagem, de astrofísica, de cinema chinês do século XIV e de obscuros escritores russos antes e depois de Tolstoi"
Um bocadinho exigente, não?
Um bocadinho exigente, não?
quinta-feira, 18 de março de 2010
Metade laranja, Metade toranja
Este ano vou fazer 32 anos e fico mesmo dividida entre os diagnósticos “até hoje tive uma vida lixada” ou “até hoje tive uma vida abençoada”. Estarão estes intimamente ligados um ao outro? Até hoje acho que sim...aliás espero bem que sim. Também era mais o que faltava…tanta chatice que tive para acabar a andar por aí a dizer “op…a vida?.. vai-se andando! Haja saúde!”.
E é assim. Vivo esta dualidade constante. E, sem querer ou aperceber, acabei por reflectir isto no nome deste blogue: o dualismo da palavra Forca e Força (raios partam a cedilha…quando está ausente, é claro!)
E é assim. Vivo esta dualidade constante. E, sem querer ou aperceber, acabei por reflectir isto no nome deste blogue: o dualismo da palavra Forca e Força (raios partam a cedilha…quando está ausente, é claro!)
terça-feira, 16 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
LUCKY! LUCKY! LUCKY!
E hoje vou ter uma grande janta. Daquelas tremendas. Daquelas que acabam de dia. Daquelas que é só asneira. Daquelas que ainda nem começou e já se sente a estupidez no ar. Daquelas com a nata das amigalhaças. Só falta a minha “Grupeta”. A minha “Grupeta” é a maior.
Facto é: tenho umas amigas do caraças. Daquelas que não há hipótese. São do BEST, são um MUST, são GODNESSES, são SPICY e são MUITAS!
Facto é: tenho umas amigas do caraças. Daquelas que não há hipótese. São do BEST, são um MUST, são GODNESSES, são SPICY e são MUITAS!
quinta-feira, 11 de março de 2010
O dedo mindinho (do pé)
Raios partam o dedo mindinho. Não está aqui para nada, é lixado de pintar, aperta nos sapatos e se por um infeliz acaso batemos com o maldito num sítio qualquer, dói tal como uma tortura chinesa.
Mais irritante que o dedo mindinho é a espécie “pessoas mindinhas”. Essas também podiam ser erradicadas do Planeta através da genética ou evolução da espécie.
(Não: Apesar de ter 1m80 não é um post sobre pessoas baixinhas. É mesmo sobre pessoas pequeninas. Só hoje já vi duas. Oba, Oba)
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Quero-a tal como devia ser
Adorava. Adorava que esta mesma senhora me fizesse uma lavagem, não só aos ouvidos, mas a todo o cérebro. Mas é que era perfeito. Deixava-me apenas os mínimos olímpicos e aceitáveis para continuar a viver a vidinha tal como ela devia ser.
Era mesmo bom. Ela até podia ter este ar meio abrutalhado que eu não me importava.
quarta-feira, 3 de março de 2010
“Ouvido” no Facebook
“já te mandei uma tábua!!! por acaso tens pregos ou ferraduras que possas enviar para o meu estábulo?” (isto a propósito do Farmville)
Está tudo louco?
Está tudo louco?
terça-feira, 2 de março de 2010
To Be or Wanna Be?
Não sou totalmente contra mas irrita-me solenemente aquele tipo de mulher wanna be Carrie, Samantha, Miranda, blá, blá, blá, cheias de SSS’s (Sex, Sin, Sity – lol), que bebem café à la Starbucks e que na mesa-de-cabeceira têm preservativos, o “Sei lá” da Margarida Rebelo Pinto, o vibrador - essa peça fundamental da check list de uma mulher moderna, independente e cosmopolita – e claro: 1g de coca para saberem manter o discurso “Sex and The City”, mesmo com um copito a mais e a curtir a maior das fossas. Isto não é para mim o fim do mundo, mas acho estupidamente parvo, o que é que eu posso fazer??!
Em contraponto, e morrendo pela boca tal como o peixe, houve uma personagem bem ao estilo americano com quem identifiquei-me brutalmente: A Bridget Jones. Não sei se é pelo facto dela ser bastante inconveniente e anafadinha, se é por fumar cigarros em stress uns atrás dos outros, se é por beber uma vinhaça para afogar as mágoas, se é pelas mini saias que usa (mesmo sem ter corpo para a peça), se é por mandar press releases ou se é pelas suas resoluções com a banda sonora “R-E-S-P-E-C-T”….o que é facto é que a Jones é para mim um almost Be. A parte do Wanna, como uma querida colega disse e bem, passa por aqueles dois maravilhosos homens a disputar-me e eu acabar com o “bonzinho”. Neste último cenário, sou uma furiosa Wanna Be.
Em contraponto, e morrendo pela boca tal como o peixe, houve uma personagem bem ao estilo americano com quem identifiquei-me brutalmente: A Bridget Jones. Não sei se é pelo facto dela ser bastante inconveniente e anafadinha, se é por fumar cigarros em stress uns atrás dos outros, se é por beber uma vinhaça para afogar as mágoas, se é pelas mini saias que usa (mesmo sem ter corpo para a peça), se é por mandar press releases ou se é pelas suas resoluções com a banda sonora “R-E-S-P-E-C-T”….o que é facto é que a Jones é para mim um almost Be. A parte do Wanna, como uma querida colega disse e bem, passa por aqueles dois maravilhosos homens a disputar-me e eu acabar com o “bonzinho”. Neste último cenário, sou uma furiosa Wanna Be.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A Gargalhada
Se há coisa que eu adoro é uma boa gargalhada. Já agora em sintonia com a audiência, com quórum.
Para mim, um bom dia é encarado com a devida seriedade e apimentado por uma boa gargalhada. Uma boa noite não é o restaurante ou a boa música, é a gargalhada para além de boa. Além de gostar de a dar, gosto de a oferecer: não há coisa que me dê mais gozo do que arrancar um sorriso da minha família, amigos, colegas, patrões e, particularmente, da mulher das finanças cujos dentes só vêm a luz do dia para a higiene oral e para rosnar ao contribuinte descontente.
Num dia com boas e médias notícias, o da gargalhada foi sem dúvida o momento alto.
Amanhã, sem dúvida, o momento alto vai ser quando chegar aqui.
By the way: até para a semana. Vou restaurar as minhas forças para as forcas que possam querer atracar no meu pescoço.
Insólito
hoje adormeci a fazer a depilação. Se isto não é cansaço, é oficial: sou Sadomaso.
Para mim, um bom dia é encarado com a devida seriedade e apimentado por uma boa gargalhada. Uma boa noite não é o restaurante ou a boa música, é a gargalhada para além de boa. Além de gostar de a dar, gosto de a oferecer: não há coisa que me dê mais gozo do que arrancar um sorriso da minha família, amigos, colegas, patrões e, particularmente, da mulher das finanças cujos dentes só vêm a luz do dia para a higiene oral e para rosnar ao contribuinte descontente.
Num dia com boas e médias notícias, o da gargalhada foi sem dúvida o momento alto.
Amanhã, sem dúvida, o momento alto vai ser quando chegar aqui.
By the way: até para a semana. Vou restaurar as minhas forças para as forcas que possam querer atracar no meu pescoço.
Insólito
hoje adormeci a fazer a depilação. Se isto não é cansaço, é oficial: sou Sadomaso.
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